
Por ali fiz pegas de carros, tomei muito banho de rio, assei muita ovelha e derrubei algumas "capivaras". Agora me daparei com um parque muito bem cuidado e com o antigo prédio da Aduana totalmente restaurado. Ao lado deste prédio está o "porto", lugar onde de madrugada - quando chovia a água do velho rio Quaraí tapava a "Planchada", pequena ponte - fazíamos sinal com uma lanterna para que os boteiros viessem nos pegar. Atravessar o rio no escuro em pequenos barcos a remo era uma aventura fantástica. Algumas vezes algum tronco desgarrado arrastava um bote até a Volta do Perau. Era uma tragédia! De todos os boteiros o mais famoso era o Saturno. Moreno, forte, entroncado e invariavelmente com caña na cabeça. Figuraça!
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