
"Jamais parei de investigar e, apesar das inúmeras pressões, sempre tive certeza da autenticidade da entrevista que efetuei em maio de 2006 com o líder da facção, Marcos Camacho", afirma Cabrini.
A reportagem que o jornalista vem produzindo há tempos, tráfico de drogas e PCC, compromete gente graúda desde chefes da organização criminosa a policiais e gente do judiciário. Envolve tráfico, corrupção e morte. Matar Cabrini, fisicamente, seria produzir um novo Tim Lopes. Prendê-lo em flagrante com cocaína poderia ter sido a "melhor" morte. Nada melhor para matar um jornalista do que atacá-lo na sua credibilidade.
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