
O dono do jornal, rádio ou TV é o dono da verdade. Mais ou menos como aquela música do Chico "O Dono da voz" sobre as gravadoras. A verdade da grande imprensa é regulada pela carteira comercial. E isso é com todos. Com Veja, Folha, Estadão, Caros Amigos, Rede Globo, etc...
Não me venham com discursos de imprensa independente quando esta imprensa depende do comercial. Isso é mais velho que as cobras!
Muitas vezes, quando trabalhava em jornais com patrão, fui cobrado e chamado de direita, ou de vermelhinho porque a entrevista que fiz saiu truncada, teve parte subtraidas ou foi deliberadamente distorcida pelo editor. O repórter não é dono do jornal, o editor se acha meio dono e atende aos anseios ideológicos do patrão, senão...rua!
Então nunca culpem o repórter. Ele apenas "reporta" o que viu na rua e as vezes dentro de uma visão destorcida. Depois vem o editor e depois vem a direção do jornal ou seja...jornal e lingüiça nunca se sabe como se faz. Por isso sempre tive meus jornais para não atender às aspirações ideológicas dos patrões. Agora só atendo às minhas!
Comentaristas, mandem seus e-mails para que possa me comunicar com vocês.
É por isso que "ética jornalística", ao menos no que se refere à grande imprensa, é um grande oxímoro ...
ResponderExcluirCarlos
Oxímoro ou oximoro é uma figura de linguagem que harmoniza dois conceitos opostos numa só expressão, formando assim um terceiro conceito que dependerá da interpretação do leitor.
ResponderExcluirDado que o sentido literal de um oximoro (por exemplo, um instante eterno) é absurdo, força-se ao leitor a procurar um sentido metafórico (neste caso: um instante que, pela intensidade do vivido durante o mesmo, faz perder o sentido do tempo). O recurso a esta figura retórica é muito frequente na poesia mística e na poesia amorosa, por considerar-se que a experiência de Deus ou do amor transcende todas as antinomias mundanas.
Leitor, para deixar mais fácil:O contrário de oximoro é pleonasmo.